Defesa Civil o contraste do lado ruim da pandemia

Ataíde Cuqui

Quando é para ajudar, eles estão em todas; seja na orientação da fila do auxilio emergencial, ou na vacinação, pelo modelo drive thru ou a pé, eles estão em todas. São homens e mulheres que trabalham diuturnamente e, por muitas vezes, até sacrificam o seu convívio familiar, quando a ordem é salvaguardar vidas. São nossos heróis da Defesa Civil.

Esta semana, passava pelo Calçadão da Massud Amin e lá estavam eles em companhia dos agentes de saúde. Não havia vacinação marcada para aquele dia e nem era o local para isso. Aproximei-me e, para satisfazer curiosidade perguntei o que faziam por ali, para ouvir do Leite: “Como não tem vacina, estamos orientando a população sobre o uso da máscara e do álcool gel…”, respondeu com um sorriso.

Aí, a intuição do jornalista falou mais alto, pequei o celular e já fiz o registro. Desejei a eles votos de um bom trabalho e segui pensando: Mesmo em tempos tão complicados e perigosos como o que atravessamos, quando muita gente preferia estar em casa, esses verdadeiros agentes fazem questão de estarem presentes oferecendo a sua contribuição.

Em seis meses de campanha de vacinação contra a covid-19 em nosso município, eles têm prestado um papel exemplar auxiliando o trabalho dos profissionais da saúde. Desde o início da campanha, chegam cedo, prestam auxílio às unidades na triagem, organização do trânsito e orientação das pessoas que se apresentam para receber a vacina.

E é por dias melhores que eles recarregam diariamente as energias para contribuir nesse processo tão importante que é a vacinação. Envolvem-se em cada etapa. Da até para ver a felicidade deles em poder contribuir, pois sabem da importância que eles têm em levar esperança para as pessoas. Sem eles, o trabalho seria muito mais difícil.

Que Deus os abençoe!

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